O mercado internacional de milho entra na segunda quinzena de março de 2026 com um quadro misto: preços externos levemente firmes em Chicago, cotações estáveis na Euronext e sinais de aperto logístico e climático no Brasil, principal origem do milho safrinha. As exportações dos EUA seguem robustas e bem acima do ano passado, oferecendo suporte fundamental aos preços, enquanto a colheita lenta no Brasil aumenta o risco de produtividade e de oferta no segundo semestre. Para o comprador, o ambiente ainda é de bons níveis de disponibilidade global, mas com risco crescente de prêmio climático sobre o milho brasileiro.
Ao mesmo tempo, os fluxos de comércio mostram um reposicionamento da demanda, com México, Japão e Colômbia liderando as compras de milho norte‑americano. Desde 1º de setembro, os EUA já embarcaram 42,9 milhões de toneladas de milho, 39% acima do mesmo período do ano anterior, o que sinaliza um mercado externo mais ativo e competitivo. Na outra ponta, o plantio da segunda safra de milho no Brasil está atrasado, com 91% da área estimada já semeada, contra 97% um ano antes, e cerca de 1,3 milhão de hectares ainda por plantar, mais que o dobro do volume pendente no ano passado. A colheita da primeira safra está em apenas 50%, bem abaixo dos 72% de 2025, o que aumenta a exposição do milho brasileiro a riscos climáticos tardios e possíveis ajustes de área.
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📈 Preços e dinâmica das bolsas
CBOT – Milho em US¢/bu convertido para BRL
Os futuros de milho na CBoT iniciaram a sessão desta terça-feira (17 de março de 2026) em alta moderada, recuperando parte da fraqueza recente ligada aos mercados de soja e petróleo. Embora o texto-base indique que o milho acompanhou movimentos mais fracos na soja e no óleo bruto na segunda-feira, as cotações atuais mostram uma correção positiva, apoiada pelos dados fortes de exportação dos EUA.
Para esta análise, convertemos os preços de referência de Chicago para BRL, utilizando uma taxa de câmbio aproximada de 1 USD = 5,00 BRL. Essa conversão é apenas indicativa, mas ajuda a comparar o custo relativo do milho nas principais bolsas com as ofertas físicas em BRL. Abaixo, apresentamos os principais contratos negociados.
| Contrato CBOT | Último preço (US¢/bu) | Variação diária (US¢) | Preço aproximado (BRL/t) | Sentimento |
|---|---|---|---|---|
| Mai 26 | 457,50 | +3,50 | ≈ 1.80 BRL/kg (≈ 1.800 BRL/t) | Levemente altista (reação às exportações) |
| Jul 26 | 469,25 | +3,50 | ≈ 1.85 BRL/kg (≈ 1.850 BRL/t) | Altista moderado |
| Set 26 | 470,75 | +3,50 | ≈ 1.86 BRL/kg (≈ 1.860 BRL/t) | Altista moderado |
| Dez 26 | 483,25 | +3,25 | ≈ 1.91 BRL/kg (≈ 1.910 BRL/t) | Altista, curva levemente inclinada |
Nota: a conversão de US¢/bu para BRL/t é aproximada e serve apenas como referência de ordem de grandeza, mantendo como base analítica principal o texto original em EUR e US¢.
Euronext – Milho em EUR/t convertido para BRL
Na Euronext, os contratos de milho fecharam estáveis na sessão de 16 de março de 2026, com variação diária nula em todos os vencimentos observados. O contrato de junho de 2026 permanece em 208,50 EUR/t, refletindo um mercado europeu relativamente equilibrado entre oferta interna, importações e a concorrência do Mar Negro e da América do Sul.
Para atender ao requisito de análise em BRL, convertemos os preços de EUR para BRL usando uma taxa indicativa de 1 EUR = 5,50 BRL. Novamente, essa taxa é aproximada e não substitui cotações cambiais em tempo real, mas permite uma comparação coerente com ofertas físicas em BRL.
| Contrato Euronext | Último preço (EUR/t) | Preço aproximado (BRL/t) | Variação diária | Sentimento |
|---|---|---|---|---|
| Jun 26 | 208,50 | ≈ 1.147 BRL/t | 0,00% (estável) | Neutro, mercado em consolidação |
| Ago 26 | 210,25 | ≈ 1.156 BRL/t | 0,00% (estável) | Neutro |
| Nov 26 | 205,75 | ≈ 1.132 BRL/t | 0,00% (estável) | Ligeiramente baixista na curva |
| Mar 27 | 209,25 | ≈ 1.151 BRL/t | 0,00% (estável) | Neutro |
O quadro de estabilidade na Euronext contrasta com o leve viés altista em Chicago, sugerindo que a Europa, neste momento, sente menos diretamente os impactos do atraso na safra brasileira, possivelmente devido a estoques adequados e alternativas de origem (Ucrânia, EUA).
DCE – Milho na China convertido para BRL
Na bolsa de Dalian (DCE), o milho apresentou leve queda, com os principais contratos recuando cerca de 0,3% na sessão de 16 de março de 2026. Essa fraqueza moderada indica um mercado doméstico chinês relativamente confortável em termos de oferta, apesar da continuidade das importações de milho e sorgo, inclusive dos EUA.
Convertendo, de forma aproximada, os preços de CNY/t para BRL/t (com 1 CNY ≈ 0,70 BRL), temos a seguinte referência indicativa:
| Contrato DCE | Fechamento (CNY/t) | Preço aproximado (BRL/t) | Variação diária | Sentimento |
|---|---|---|---|---|
| Mai 26 | 2.381 | ≈ 1.667 BRL/t | -0,34% | Ligeiramente baixista |
| Jul 26 | 2.393 | ≈ 1.675 BRL/t | -0,33% | Baixista moderado |
| Set 26 | 2.402 | ≈ 1.681 BRL/t | -0,33% | Baixista |
O leve recuo na DCE, combinado com exportações fortes dos EUA e atraso na safra brasileira, sugere que a China, pelo menos neste momento, não enfrenta aperto imediato de oferta, mas continua sendo um fator-chave na formação de preços globais, inclusive via compras de sorgo norte‑americano.
🌍 Oferta, demanda e fluxos de comércio
Brasil: atraso na safrinha e colheita lenta da 1ª safra
De acordo com o texto-base, a semeadura da segunda safra de milho no Brasil atingiu 91% da área estimada, contra 97% no ano anterior, segundo a consultoria AgRural. Ainda restam cerca de 1,3 milhão de hectares a serem plantados, em comparação com apenas 0,5 milhão de hectares nesta mesma época do ano passado. Esse atraso aumenta a exposição das lavouras a riscos climáticos tardios, como geadas e estiagens no outono.
Além disso, a colheita da primeira safra de milho está em apenas 50%, bem abaixo dos 72% registrados no ano anterior. Essa lentidão na colheita pode ter impacto logístico, competindo com a soja por capacidade de armazenagem e transporte, e pode atrasar ainda mais a semeadura do milho safrinha em algumas regiões. Para o mercado internacional, isso significa maior incerteza quanto ao volume exportável brasileiro no segundo semestre de 2026.
Estados Unidos: exportações de milho em forte alta
O relatório semanal de inspeções de exportação do USDA, para a semana encerrada em 12 de março, mostrou embarques de milho de 1,658 milhão de toneladas. Embora esse volume seja 2% menor que o da semana anterior, representa um aumento de 9% em relação à mesma semana do ano passado, evidenciando uma demanda externa sólida pelo milho norte‑americano. Desde 1º de setembro, o total embarcado no atual ano comercial já atinge 42,9 milhões de toneladas, 39% acima do mesmo período anterior.
México foi o principal destino, com 446.121 toneladas, seguido por Japão (281.957 t) e Colômbia (150.849 t). Esse perfil de destinos reforça a importância do milho dos EUA para a América Latina e a Ásia, especialmente em um contexto de incerteza sobre a safra brasileira. Em paralelo, a China aparece como único destino para o sorgo norte‑americano (127.639 t), o que indica uma estratégia de diversificação de origens e produtos por parte dos compradores chineses.
Europa e Mar Negro
Na Europa, o milho da Euronext permanece estável, o que sugere um balanço relativamente confortável entre estoques internos, importações e produção regional. A Ucrânia continua sendo um fornecedor relevante para o mercado europeu, embora o texto-base não detalhe volumes, e o Brasil e os EUA disputem espaço conforme custos logísticos e prêmios de origem. A estabilidade das cotações europeias em torno de 208–210 EUR/t (≈ 1.147–1.156 BRL/t) reforça a percepção de equilíbrio de curto prazo.
Para importadores europeus, o milho brasileiro ainda é competitivo em BRL convertido, mas o atraso na safra pode elevar prêmios e custos mais adiante. Já o milho norte‑americano, apoiado por forte demanda externa, tende a manter um piso de preços em Chicago, que se transmite parcialmente para os mercados europeus via arbitragem.
📊 Fundamentos físicos e preços físicos (ofertas em BRL)
Ofertas físicas recentes em BRL (convertidas de EUR)
Com base na lista de ofertas em EUR e convertendo-as para BRL com a taxa indicativa de 1 EUR = 5,50 BRL, temos o seguinte quadro de preços físicos aproximados. Esses valores ajudam a comparar a competitividade entre origens e tipos de produto, sempre lembrando que o texto original em EUR permanece a referência fundamental e que as conversões para BRL são apenas um complemento analítico.
| ID | Produto | Tipo / Especificação | Origem | Local | Termos | Preço atual (BRL/kg) | Preço anterior (BRL/kg) | Data atualização |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 736 | Milho amarelo | Convencional | França | Paris (FOB) | FOB | ≈ 1,21 BRL/kg (0,22 EUR) | ≈ 1,10 BRL/kg (0,20 EUR) | 13/03/2026 |
| 769 | Milho | Convencional | Ucrânia | Odesa (FOB) | FOB | ≈ 0,94 BRL/kg (0,17 EUR) | ≈ 0,94 BRL/kg (0,17 EUR) | 13/03/2026 |
| 439 | Milho amarelo ração | Umidade 14,5% máx, pureza 98% | Ucrânia | Odesa (FCA) | FCA | ≈ 1,32 BRL/kg (0,24 EUR) | ≈ 1,32 BRL/kg (0,24 EUR) | 12/03/2026 |
| 186 | Milho para amido (orgânico) | Orgânico | Índia | Nova Délhi (FOB) | FOB | ≈ 7,98 BRL/kg (1,45 EUR) | ≈ 7,98 BRL/kg (1,45 EUR) | 13/03/2026 |
| 1121 | Milho pipoca | Convencional | Brasil | Dordrecht, NL (FCA) | FCA | ≈ 4,02 BRL/kg (0,73 EUR) | ≈ 4,02 BRL/kg (0,73 EUR) | 13/03/2026 |
| 308 | Milho pipoca | Expansão 40/42 | Argentina | Buenos Aires (FOB) | FOB | ≈ 4,40 BRL/kg (0,80 EUR) | ≈ 4,35 BRL/kg (0,79 EUR) | 13/03/2026 |
Observa-se valorização do milho amarelo francês (de 0,20 para 0,22 EUR/kg, ou de ≈ 1,10 para ≈ 1,21 BRL/kg) ao longo de março, refletindo um ambiente externo um pouco mais firme. Já o milho ucraniano mantém preços estáveis, indicando forte concorrência e necessidade de escoamento. No segmento de milho pipoca, Brasil e Argentina apresentam patamar de preços significativamente superior ao milho grão para ração, coerente com o maior valor agregado e especificações de qualidade.
🌦️ Clima e perspectivas de safra
O texto-base destaca que operadores acompanham de perto a situação no Brasil, especialmente por conta do atraso na semeadura da segunda safra e da colheita da primeira safra. Em um contexto típico de mercado, atrasos como esse costumam estar associados a janelas climáticas desfavoráveis (chuvas prolongadas na colheita, excesso ou falta de umidade), embora detalhes específicos de previsão do tempo não estejam descritos no texto fornecido. Assim, a principal conclusão é que o risco climático sobre a safrinha está elevado.
Uma semeadura tardia, com 1,3 milhão de hectares ainda por plantar quando, no ano anterior, restavam apenas 0,5 milhão, aumenta a probabilidade de que parte das lavouras enfrente condições subótimas de desenvolvimento. Isso pode incluir menor disponibilidade de água no enchimento de grãos, maior exposição a geadas precoces e, em alguns casos, menor potencial produtivo. Para o mercado, esse risco se traduz em prêmio climático potencial sobre os contratos de milho na CBoT e em prêmios de exportação brasileiros no segundo semestre.
🌍 Comparação global de produção e estoques (visão qualitativa)
Com base no comportamento dos fluxos de exportação dos EUA e na relevância do Brasil e da Ucrânia como grandes exportadores, podemos traçar um quadro qualitativo do balanço global. Os EUA mostram forte desempenho exportador (42,9 milhões de toneladas embarcadas desde 1º de setembro, +39% ano a ano), o que indica que sua safra atual é suficientemente grande para atender à demanda internacional, mesmo competindo com origens mais baratas em algumas rotas.
O Brasil, por sua vez, enfrenta incertezas de produção devido ao atraso da safrinha, mas ainda é esperado como grande fornecedor na segunda metade do ano comercial, caso o clima coopere. A Ucrânia continua atuando como fornecedor-chave para a Europa e parte do Oriente Médio, com preços em BRL/kg competitivos frente ao milho francês. A China mantém um mercado doméstico relativamente estável, como sugerem os leves recuos na DCE, mas segue importante como grande importador líquido e como comprador de sorgo norte‑americano.
📆 Perspectivas de curto prazo e drivers de mercado
Principais drivers identificados no texto-base
- Correlação com soja e petróleo: o milho em Chicago seguiu recentemente a fraqueza da soja e do óleo bruto, indicando que movimentos macro e de complexos correlatos continuam influenciando o grão.
- Atraso na safra brasileira: semeadura da safrinha em 91% versus 97% no ano anterior, colheita da 1ª safra em 50% versus 72%, com 1,3 milhão de ha ainda por plantar. Isso aumenta o risco de menor produção e oferta exportável no Brasil.
- Exportações fortes dos EUA: 1,658 milhão de t na semana até 12 de março, 9% acima do ano anterior; 42,9 milhões de t embarcadas desde 1º de setembro (+39% a/a), com destaque para México, Japão e Colômbia.
- Demanda por sorgo: China como único destino, com 127.639 t, indicando procura por alternativas ao milho, mas reforçando o papel dos EUA como fornecedor de grãos forrageiros.
- Estabilidade na Euronext: preços de milho em torno de 208–210 EUR/t (≈ 1.147–1.156 BRL/t), sugerindo equilíbrio local de oferta e demanda na Europa.
Implicações para preços em BRL
Com a combinação de exportações fortes dos EUA e incertezas sobre a safra brasileira, os preços internacionais em BRL/t tendem a encontrar suporte, mesmo que fatores macroeconômicos, como câmbio e petróleo, possam introduzir volatilidade. O milho em Chicago, na faixa aproximada de 1.800–1.900 BRL/t, e o milho europeu em torno de 1.130–1.160 BRL/t, servem como referências de paridade de importação/exportação para agentes brasileiros e latino‑americanos.
No mercado físico, as ofertas de milho francês e ucraniano convertidas para BRL mostram competitividade do Mar Negro, especialmente para destinos no Oriente Médio e Norte da África. Já o milho pipoca e o milho para amido orgânico mantêm prêmios expressivos, refletindo nichos de demanda específicos e menos sensíveis às oscilações do grão para ração.
🧭 Estratégias e recomendações de negociação
- Compradores industriais (ração, etanol, amido): considerar fixar parte das necessidades para o 2º e 3º trimestres de 2026 enquanto os preços internacionais em BRL/t ainda refletem um balanço global relativamente confortável. O risco de prêmio climático sobre a safrinha brasileira e a continuidade das fortes exportações dos EUA podem limitar quedas adicionais.
- Exportadores brasileiros: monitorar de perto o avanço da semeadura e as previsões climáticas regionais. Atrasos adicionais podem justificar a retenção de parte da oferta à espera de prêmios mais altos, mas é importante equilibrar esse movimento com o risco de câmbio e eventuais correções em Chicago.
- Importadores na Europa e no Norte da África: com a Euronext estável e o milho ucraniano competitivo em BRL/kg, há oportunidade de diversificar origens entre Ucrânia, França e, mais adiante, Brasil, dependendo da evolução da safra. Travas parciais de custo podem ser interessantes para mitigar riscos de alta no segundo semestre.
- Participantes financeiros e fundos: o cenário de atraso na safra brasileira, combinado com exportações fortes dos EUA, cria um pano de fundo construtivo para posições levemente compradas em milho na CBoT, especialmente em vencimentos do segundo semestre, com gestão ativa de risco em função da volatilidade macro (soja, petróleo, dólar).
- Segmento de nicho (pipoca, orgânico): os prêmios elevados em BRL/kg sugerem que esses mercados permanecem mais protegidos da pressão baixista do milho ração. Produtores e exportadores podem buscar contratos de longo prazo para capturar esses diferenciais, enquanto compradores devem considerar estoques estratégicos.
📆 Previsão de preços (3 dias) em BRL – visão qualitativa
Com base exclusivamente nas informações do texto-base (atraso no Brasil, força das exportações dos EUA e estabilidade na Euronext), e usando as conversões aproximadas para BRL, traçamos uma expectativa qualitativa para os próximos três dias de negociação. Não há, no texto, indicação de eventos extraordinários (como grandes relatórios do USDA ou choques climáticos súbitos) que possam alterar drasticamente o quadro de curtíssimo prazo.
| Mercado | Nível atual aproximado (BRL/t) | Previsão D+1 | Previsão D+2 | Previsão D+3 | Comentário |
|---|---|---|---|---|---|
| CBOT milho (referência Mai 26) | ≈ 1.800 BRL/t | Faixa 1.780–1.830 BRL/t | Faixa 1.770–1.840 BRL/t | Faixa 1.770–1.850 BRL/t | Viés levemente altista, sensível a notícias de clima no Brasil e dados adicionais de exportação dos EUA. |
| Euronext milho (Jun 26) | ≈ 1.147 BRL/t | Faixa 1.130–1.160 BRL/t | Faixa 1.130–1.165 BRL/t | Faixa 1.125–1.170 BRL/t | Estabilidade com leve possibilidade de alta, acompanhando Chicago, porém amortecida por estoques locais. |
| Ofertas físicas milho amarelo FR (FOB) | ≈ 1,21 BRL/kg | Estável a levemente mais firme | Estável | Estável | Prêmios físicos tendem a seguir a referência Euronext, com pouca volatilidade em 3 dias. |
Essas projeções são indicativas e baseadas unicamente nas informações contidas no texto fornecido, sem incorporar dados adicionais de câmbio em tempo real ou novas informações climáticas. Recomenda-se que agentes de mercado combinem essas indicações com suas próprias fontes de preço e risco.



